o dia da ACTA

A ACTA – Companhia de Teatro do Algarve ocupa o dia inteiro do Festival de Évora, com três espectáculos diferentes.

Começa já às 10h30 da manhã, com “A Mais Louca História da Aviação”, espectáculo apresentado em substituição de “De Ulisses nunca digas tolices…”, por motivos de saúde de uma das actrizes.

À tarde, Luis Vicente apresenta o monólogo “Cavalo Manco Não Trota” na sala-estúdio do Garcia de Resende e às 21h30 o mesmo Luis Vicente, agora com Mário Spencer, oferece ao público “Laço de Sangue”.

Não perca!

8 de Junho, sexta-feira, 18h30

Teatro Garcia de Resende, Sala-estúdio

Cavalo manco não trota

ACTA – Companhia de Teatro do Algarve

No momento em que o Juiz pergunta se o réu se considera culpado ou inocente, Miguel Torres é remetido, num ápice, para um turbilhão de memórias que começam na infância e terminam no momento e na circunstância em que agora se encontra, volvidos quase quarenta anos.

Os conflitos de infância, a fuga de casa dos pais, a juventude de um estudante de origens humildes na universidade e depois como marinheiro, os amores impossíveis e os amores destruídos, o seu desempenho como construtor civil corrupto… a morte do filho. Tudo é convocado para um “ajuste de contas” pessoal, a um tempo divertido, irónico e amargo.

texto Luis del Val tradução Maria João Neves encenação Bruno Martins intérprete Luís Vicente desenho e operação de luz Octávio Oliveira espaço cénico Luís Vicente figurino ACTA

M/16 > 1h20

8 de Junho, sexta-feira, 21h30

Teatro Garcia de Resende, Sala Principal

Laço de Sangue

ACTA – Companhia de Teatro do Algarve

Laço de Sangue conta a história de dois irmãos, filhos da mesma mãe, um de pele clara e outro de pele escura, que, procurando aliviar o tédio das suas existências, compram um jornal para que Zach, de pele escura e analfabeto, possa tentar arranjar uma correspondente do sexo feminino. Emerge então a África do Sul sob o apartheid, num jogo perigoso que põe em cena o drama da barreira de cor, com todos os seus medos e ódios. Metáfora da segregação racial então vigente na África do Sul, Laço de Sangue usa a consanguinidade entre irmãos para falar do nó de sangue entre todos os homens – um laço quebrado pela consciência tornada supremacia de uma raça (ou etnia, ou casta) sobre as restantes.

texto Athol Fugard tradução/revisão António Marques/Luís de A. Miranda encenação Luís Vicente intérpretes Luís Vicente e Mário Spencer concepção plástica Luís Vicente execução cenográfica Tó Quintas assistência de encenação Bruno Martins desenho e operação de luz Octávio Oliveira sonoplastia e operação de som Pedro Leote Mendes

M/12 > 1h10

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